O Tempo do “Natal”
O ciclo do Natal não deve ser restringido à Festa do Natal do Senhor. Atinge todas as demais festas em que Cristo se manifesta de alguma forma como o Salvador. Temos assim sua manifestação no nascimento em Belém, celebrado no Natal. Nessa mesma festa temos o aspecto da manifestação na visita dos pastores. Segue a Festa da Sagrada Família em que Cristo se manifesta no Templo. Vem depois a Festa da Oitava de Natal, hoje chamada também de Solenidade de Nossa Senhora, Mãe de Deus, onde aparece o Evangelho em que Cristo é circuncidado e recebe o nome de Jesus. Seguem as festas da Epifania, em que o Senhor se manifesta aos povos como Salvador, o Batismo de Jesus, em que ele aparece como Messias, que inicia sua missão. Temos ainda o primeiro milagre, o de Caná em que Cristo se manifesta como quem tem poder. Os discípulos creem nele. Por fim, a festa da Apresentação de Jesus Cristo ao Templo encerra este ciclo de festas da manifestação do Senhor.
Os domingos que seguem querem fazer com que a semente lançada à terra no Natal brote, nasça, cresça e produza frutos. O ciclo de Natal é, em proporções menores, o mesmo mistério pascal vivido no ciclo da Páscoa-Pentecostes, prolongado nos domingos que seguem até a vinda do Senhor.
Após a celebração anual da Páscoa, a comemoração mais venerável para a Igreja é o Natal do Senhor e suas primeiras manifestações, pois o Natal é um tempo de fé, alegria e acolhimento do Filho de Deus que se fez Homem.
O tempo do Natal vai da véspera do Natal de Nosso Senhor até o domingo depois da festa da Epifania. No ciclo do Natal são celebradas as festas da “Apresentação do Senhor”, da “Sagrada Família”, de “Santa Maria Mãe de Deus” e do “Batismo de Jesus”.
A cor dos paramentos é branca. Celebra-se com grande alegria o nascimento de Jesus, o Messias esperado, que se fez Homem para nossa salvação. Nossa atitude é de gratidão e de glorificação de Deus “no mais alto dos céus”.
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